quarta-feira, 24 de junho de 2015

13ª Conferência de Saúde de Londrina

A 13ª Conferência de Saúde teve a participação de 350 pessoas; foram aprovadas 272 propostas

Durante três dias, profissionais ligados ao Sistema Único de Saúde (SUS) na região de Londrina participaram da 13ª Conferência Municipal de Saúde, realizada pela Prefeitura de Londrina em parceria com o Conselho Municipal de Saúde (CMS). O evento aconteceu no anfiteatro da Unifil de 19 a 21 de junho e teve como tema central a “Saúde Pública de Qualidade: direito do povo brasileiro”. No evento foram decididas quais propostas farão parte das diretrizes do Plano Municipal de Saúde no quadriênio 2016-2019, além de palestras e mesas de debate.
A 13ª Conferência de Saúde teve a participação de 350 pessoas; foram aprovadas 272 propostas
Ao todo 326 propostas foram encaminhadas, sendo 272 aprovadas e 54 suprimidas. Todas as propostas foram levantas durante as pré-conferências realizadas de abril a maio deste ano, com base em três temas que nortearam as discussões. As pré-conferências foram feitas com gestores, prestadores de serviços, usuários e trabalhadores do SUS em Londrina.  Os temas foram: “Acolher e Cuidar: Fortalecendo as Redes de Atenção à Saúde”; “Educação Permanente em Saúde: Transformando Práticas para Qualificar o Cuidado” e “Qualidade e Financiamento: Participação da Comunidade na Política Pública de Saúde”.

A 13ª Conferência de Saúde teve a participação de 350 pessoas; foram aprovadas 272 propostas
A 13ª Conferência recebeu o médico Armando Raggio responsável pela palestra sobre o tema central e a promotora de justiça de Curitiba, Fernanda Garcez com o tema “Pluralidade, Financiamento e Participação da Comunidade na Política Pública de Saúde”. O Grupo PS Brasil – Centro de Danças Urbanas de Londrina fez uma apresentação cultural durante a abertura, na sexta-feira (19). No sábado (20) foram realizadas as mesas de trabalho, que elencaram as propostas que vão fazer parte do Plano Municipal de Saúde.

No domingo (21) foi eleita a nova diretoria do Conselho, composta de 28 titulares, sendo 14 representantes dos usuários, 7 representantes dos trabalhadores, 5 dos prestadores de serviços e 2 dos gestores. Ao todo 350 pessoas participaram dos três dias de evento. Foram 150 delegados representando os usuários, 75 representando os trabalhadores em saúde, 38 representando os prestadores de serviços e 37 representando a administração pública.
O secretário municipal de Saúde, Mohamad El Kadri destacou que a conferência é muito importante para nortear os trabalhos realizados pelo Município. “A conferência acontece entre todos os setores envolvidos na saúde, isso humaniza mais o serviço de atendimento e coloca a população mais próxima das discussões.”

Fotos: Luiz Jacobs




ASSOCIAÇÃO DE MORADORES PARQUE OURO BRANCO







ELEIÇÃO DE NOVA DIRETORIA DA
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES PARQUE OURO BRANCO


Eleição       dia 19/07/2015
iNICIO AS 9,00HORAS TERMINO DA COLETA DE VOTOS AS 12,30HORAS
Local: Centro Comunitário Parque Ouro Branco


PAUTA:
Ø ELEIÇÃO NOVA DIRETORIA EXECUTIVA E CONSELHO FISCAL

               



Ouro Branco
Edilene Maira Ribeiro Costa
Presidente


Maiores informações telefone (43) 9907-6154
http:ww. unimol-ld.blogspot.com


Salientamos que a Comissão Eleitoral formada por membros da UNIMOL – UNIÃO MUNICIPAL DAS ASSOCIAÇÕES DE MORADORES DE LONDRINA para coordenar o Processo Eleitoral acima mencionado, com transparência e democracia, obedecendo ao Estatuto da Associação de Moradores.

sábado, 30 de maio de 2015

UGT - NORTE NOVA DIRETORIA


PRE CONFERENCIA DA SAÚDE DE LONDRINA 2015

PRE CONFERENCIA DE SAÚDE - SEGUIMENTO USUÁRIOS 2015

MOVIMENTOS SOCIAIS 
UNIMOL / FAMOPAR / CONAM 


REALIZADA NO ANFITEATRO DO HU EM LONDRINA 

SAÚDE PUBLICA PARA CUIDAR BEM DAS PESSOAS” - DIREITO DO POVO BRASILEIRO, 

Para avançar ainda mais a política de saúde pública  precisamos continuar a luta por mais investimentos no SUS, inclusive indicando novas fontes de financiamento  mais recursos significa melhorias dos hospitais públicos, da atenção básica, em medicamentos e especialmente em prevenção e o acolhimento, devemos fortalecer a luta contra todo tipo de precarização do trabalho e qualquer forma de terceirização no setor, alem de mobilizar amplas parcelas do povo brasileiro pelo fortalecimento do SUS e contra todo tipo de privatização na saúde.


É desafio do movimento comunitário estar presente no debate local de saúde, participando e fortalecendo conselhos locais

























LICENÇA TEMPORÁRIA



















HOMENAGEM


DIRETORIA EXECUTIVA E CONSELHO FISCAL  

REUNIDA EM HOMENAGEM A PRESIDENTE MARIA ANGELA MAGRO

PELOS TRABALHOS REALIZADOS JUNTO AS COMUNIDADE DE LONDRINA




Adicionar legenda









ASSOCIAÇÕES DE MORAROES


Congresso Regional FAMOPAR

Congresso Regional da para discutir políticas públicas Nacionais, Estaduais, e Municipais.

CONAM Confederação Nacional das Associações De Moradores
UNIMOLUnião Municipal das Associações de Moradores de Londrina

 

 


Líderes comunitários da região norte do Paraná, estarão reunidos e debatendo sobre a realidade da Política brasileira, a política publica e fortalecimento dos movimentos comunitários, demandas prioritárias de suas cidades.

Pauta:
Ø  Política Publica – Políticas Sociais
Ø  Fortalecimento dos Movimentos Comunitários.

Ø  Fortalecimento e Defesa do SUS

sábado, 16 de maio de 2015






 


A chapa ‘Crescer Com União’, encabeçada pelo sindicalista Paulo Rossi, recebeu a unanimidade dos votos das centenas de delegados da UGT-PARANÁ
 
Com a participação de mais de 500 lideranças sindicais e comunitárias, a UGT-PARANÁ realizou seu 3º Congresso Estadual, dias 27 e 28 de abril, na Colônia de Férias da FECEP -Federação dos Comerciários do Paraná, na cidade de Guaratuba, litoral do Paraná. Além de participarem das palestras e debates, os delegados dos sindicatos filiados à UGT-PARANÁ elegeram a nova diretoria da central no estado. O sindicalista Paulo Rossi foi reconduzido ao cargo de presidente da UGT-PARANÁ, encabeçando a chapa única “Crescer com União”, obtendo a unanimidade dos votos.

Na abertura do 3º Congresso, a presença de lideranças nacionais da UGT e de outros estados, mostrou o reconhecimento que a UGT-PARANÁ tem no meio sindical e político. Na mesa de abertura estiveram: o presidente nacional da UGT, Ricardo Patah; o secretário Nacional de Organização Sindical, Chiquinho Pereira; o secretário nacional para a Região Sul e presidente da Federação dos Bancários do Paraná, Gladir Basso; o secretário nacional de Formação Política e presidente do Conselho Estadual do Trabalho do Paraná, Paulo Sérgio dos Santos; o superintendente da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social do Paraná, Jorge Leonel de Souza; o chefe do escritório da FUNDACENTRO no Paraná, Adir de Souza; o presidente da UGT do Rio Grande do Sul, Paulo Roberto Barck; da UGT-Santa Catarina, Valdemar Schutz; representando a UGT-Minas Gerais, o sindicalista Paulo César Dias e da UGT-Rio de Janeiro, Álvaro Sanches Junior. Das regionais da UGT-PARANÁ: Oeste, o presidente Antônio Vieira Martins; da Norte, Éder Pimenta; da Noroeste, Leocides Fornazza; e Litoral, Jaime Ferreira dos Santos, e o coordenador da região sudoeste, José Altair Constantino. Também compuseram a mesa os presidentes das federações: FESMEPAR - Federação dos Servidores Públicos do Paraná, Luiz Carlos Silva de Oliveira; FENECON - Federação Nacional dos Economistas, Juarez Trevisan; FECEP - Federação dos Comerciários do Paraná, Vicente Silva; dos diretores da FETRACOOP - Federação dos Trabalhadores Celetistas em Cooperativas do Paraná, Joel Martins Ribeiro; da FEACONSPAR - Federação dos Trabalhadores nas Empresas de Asseio e Conservação do Paraná, Amélia Rodrigues. Da direção estadual da UGT-PARANÁ, além do presidente Paulo Rossi, integraram a mesa, a secretária-geral, Iara Freire e o secretário de Finanças, Moacir Correia.

TERCEIRIZAÇÃO - Na abertura do 3º Congresso Estadual da UGT-PARANÁ, o principal eixo do discurso dos dirigentes sindicais, foi contra o PL 4330, da Terceirização. Os representantes sindicais do Paraná e dos outros estados criticaram duramente o conjunto de medidas que precarizarão ainda mais o trabalho e cria um “regime de escravidão” no Brasil em pleno século XXI.

O presidente da FECEP e anfitrião do evento, Vicente Silva, destacou o trabalho de união que a UGT vem realizando no Paraná, mas alertou das lutas que o movimento sindical precisa ter para preservar seus direitos.

O superintendente da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social do Paraná, Jorge Leonel de Souza, destacou os programas de formação que a secretaria pretende implementar. Jorge falou ainda do piso regional do Paraná, que continuará sendo o maior do Brasil, servindo de base para as negociações coletivas.

Paulo Rossi, presidente da UGT-PARANÁ, agradeceu ao apoio de todas as entidades, lembrando que, se a UGT é a maior central sindical paranaense, deve ao fato da união das entidades filiadas. Rossi lembrou ainda que o PL da Terceirização, pode ser um “tiro no pé” dos próprios patrões, que futuramente poderão ter passivos trabalhistas enormes, devido à precarização e tentativa de “ PJtização” desses trabalhadores.

O presidente nacional da UGT, Ricardo Patah, destacou a unidade da UGT-Paraná, e também discorreu sobre as bandeiras que a central vem defendendo. Patah lembrou que a UGT, desde a sua fundação defende um marco regulatório para o setor de serviços, porém, o projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados, em nada contempla o movimento sindical e em especial a classe trabalhadora.

PALESTRAS E DEBATES- No primeiro dia do congresso o chefe do escritório da FUNDACENTRO no Paraná, Adir de Souza, falou sobre a campanha nacional “Abril Verde”, que combate a falta de segurança nos ambientes de trabalho. “Agradecemos a UGT que abraçou nacionalmente essa campanha desenvolvida pelo SINTESPAR. É lamentável que tenhamos um altíssimo número de trabalhadores e trabalhadoras vítimas de acidentes de trabalho, muitas na grande maioria das vezes, causadas pela negligência dos empregadores em proporcionar condições dignas de trabalho”, denunciou Adir de Souza. A campanha Abril Verde tem como ponto alto o dia 28 de Abril, quando são lembrados, no mundo todo, as vítimas de acidentes no trabalho. “São campanhas como essa, de esclarecimento e denúncias, que levam informação ao grande número de trabalhadores, muitos dos quais desconhecem seus direitos trabalhistas”, disse Adir.

No dia 28, o secretário nacional de Organização e Políticas Sindicais da UGT, Francisco Pereira, o Chiquinho, falou sobre os desafios do movimento sindical frente ao cenário político, econômico e sindical. Em sua análise, sem a participação efetiva dos trabalhadores nas instâncias do legislativo municipal, estadual e federal, fica difícil o enfrentamento com os interesses patronais, que são os “verdadeiros donos do poder no Brasil”, disse Chiquinho. O dirigente falou das recentes mobilizações que levaram às ruas milhões de brasileiros: “o movimento sindical tem de ouvir essas vozes e interpretar esse caminho, pois caso contrário, corremos o risco de ficarmos à margem da história”, frisou o sindicalista.

Para falar sobre as alterações previdenciárias e privadas, foi convidada a professora universitária e integrante do Conselho Deliberativo da OABPREV/PR (seção da Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná que cuida das questões previdenciárias), Melissa Folman. A professora esclareceu o quanto os trabalhadores perderão com a implantação das MPS 664 e 665 e a Lei 13.063/2014. As duas MPs dificultam o acesso dos trabalhadores a uma série de benefícios previdenciários, entre eles o seguro-desemprego, a pensão por morte e auxílio doença e modificam as regras para o pagamento do abono-defeso (pago aos pescadores no período de proibição da pesca profissional). A Lei 13.063 trata da isenção dos exames médicos periciais para os pensionistas inválidos que completarem 60 anos.

“Esse conjunto de Leis e Medidas Provisórias foram alvo de campanhas nacionais da UGT, justamente por comprometerem benefícios já conquistados e reduzirem drasticamente as condições de vida dos trabalhadores”, disse a professora Melissa. Ao pormenorizar as MP´s, Melissa apontou as implicações sociais, entre elas para a juventude que busca no primeiro emprego uma porta para o ingresso no mercado de trabalho.

Por sua vez a consultora trabalhista e sindical Zilmara Alencar falou sobre as alterações trabalhistas e privadas e seus reflexos para o mundo sindical. “O movimento sindical tem de estar atento para o que já existe no âmbito da magistratura, por meio das súmulas, e que rege as relações trabalhistas”, disse Zilmara. A palestrante falou principalmente sobre a terceirização, mostrando que já há uma súmula regulando a contratação de mão-de-obra no setor público e privado por meio de empresas terceirizadas, nesse caso a Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho.

NOVA DIRETORIA E MOÇÕES- Os delegados sindicais elegeram a nova diretoria da UGT-PARARÁ, para o quadriênio 2015/2019. A chapa “Crescer com União”, encabeçada pelo sindicalista Paulo Rossi, obteve a unanimidade dos votos. “Agradeço a todos os companheiros e companheiras que mais uma vez depositaram em nosso nome a confiança e responsabilidade por essa que é a maior central sindical do Paraná. Temos a certeza de que esse caminho não é de apenas uma pessoa. Esse caminho está sendo construído com todos os dirigentes sindicais que estão presentes aqui, ou que por algum motivo não puderam comparecer. Tenham a certeza de que não mediremos esforços para fazermos mais e melhor”, concluiu Rossi, que terá ainda na vice-presidência o comerciário Leocides Fornazza, o Léo, e na secretaria-geral a bancária Iara Freire, e na secretaria de finanças, Moacir Correia Barboza Filho, que é do setor da indústria da transformação.

Ao final do encontro foram aprovadas moções de repúdio ao Ministério Público do Trabalho, pelas práticas antisindicais (apresentada pelo frentista Lairson Sena Sousa); de repúdio à aprovação da MP 412, que militariza a segurança pública (do policial federal Fernando Vicentine); moção de apoio pela manutenção da NR 17, que cuida dos direitos trabalhistas no ambiente de trabalho (do técnico de segurança Elizeu Freitas); de apoio aos professores públicos estaduais (do servidor público Leonel Lupatini); pela igualdade salarial e equidade de gênero (da bancária Iara Freire); e de repúdio ao PL 4330, da Terceirização (do comerciário Leocides Fornazza). Foi ainda aprovada uma moção especial, produzida pela Secretaria da Mulher da UGT-PARANÁ e encaminhada pela secretária-adjunta da pasta, Lori Fehmberger Frehlich ao presidente nacional da UGT, Ricardo Patah, pedindo o apoio e aprovação do projeto de Lei 130, adicionando o parágrafo na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) a fim de estabelecer multa para combater a diferença de remuneração verificada entre homens e mulheres.

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