segunda-feira, 1 de maio de 2017

A 6ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DAS CIDADES DO PARANÁ





A 6ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DAS CIDADES DO PARANÁ SERÁ NOS PRÓXIMOS DIAS 16, 17 E 18 DE AGOSTO, EM FOZ DO IGUAÇU
A data definitiva da realização da 6ª Conferência Estadual das Cidades foi definida durante a 34ª Reunião Ordinária do Conselho Estadual das Cidades (ConCidades/PR), realizada nesta semana, no Hotel Estação Express, na Rua João Negrão, 780, no Centro. Será nos dias 16, 17 e 18 de agosto de 2017, em Foz do Iguaçu.
O diretor-geral da Secretaria do Desenvolvimento Urbano (SEDU), João Carlos Ortega, fez a abertura da 34ª Reunião, confirmando a realização e a data da 6ª Conferência Estadual das Cidades de maneira definitiva. “O Protocolo 14.583.806-1 já está com o Governador do Estado, para a assinatura e liberação do recurso para a realização da Conferência neste ano, afirmando o compromisso do governador Beto Richa e do secretário e presidente do ConCidades Paraná, Ratinho Junior, independente da realização da Conferência Nacional. É a resposta e o respeito aos 260 municípios paranaenses que fizeram suas Conferências Municipais”, disse Ortega.
A Comissão Preparatória Estadual pode dar início aos processos de licitação para o planejamento do evento geral e de sistematização. A metodologia que será utilizada na 6ª Conferência será definida pela Comissão de Metodologia e Sistematização com base no tema “A Função Social da Cidade e da Propriedade: Cidades inclusivas, participativas e socialmente justas”.
Os conselheiros também decidiram prorrogar a 3ª gestão (2014-2017) do mandato do ConCidades Paraná, até o dia 31 de dezembro de 2017. A escolha dos conselheiros que farão parte da 4ª gestão (2017-2020) será feita durante a 6ª Conferência.
Além disso, foi definido que, durante a 6ª Conferência, de maneira simultânea, serão realizados dois seminários, com diversos palestrantes: sobre o “Fracking”, faturamento hidráulico, utilizado para realizar perfuração e extração do gás xisto, e sobre o Estatuto da Metrópole.

terça-feira, 18 de abril de 2017

1ª Conferência Estadual de Saúde da Mulher

Realizada Dia 13 de junho de 2017 na cidade de Curitiba – PR.

Comissão Organizadora:
1. Custódio Rodrigues do Amaral – Segmento Usuários
2. Rosalina Batista – Segmento Usuários
3. Sonia Aparecida Pinheiro Pereira – Segmento Usuários ;
4. Terezinha Andrade Possebom – Segmento Usuários
5. Graciele de Pintor – Segmento Trabalhadores  
6. Palmira Aparecida Soares Rangel – Segmento Trabalhadores
7. Rangel da Silva – Segmento Prestadores
8. Maria do Carmo de Oliveira – Segmento Gestores 



quinta-feira, 13 de abril de 2017

IX Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres

                       1ª CONFERÊNCIA  MACRORREGIONAL DE SAÚDE DA MULHER
                                                                      12 de abril de 2017
                                                        Hotel Londristar – Auditório

                                               Rod. Celso Garcia Cid, 3225 – Gleba Palhano – Londrina Presentes representantes das Regionais Norte                                                                16ª RS Apucarana,
  17ª RS Londrina,
  18ª RS Cornélio Procópio,
  19ª RS Jacarezinho e
  22ª RS Ivaiporã 








comissão Organizadora membros do CES/PR, 
Tendo a participação na MacroRegional  membros da Diretoria da UNIMOL.
Onde foi eleitos Delegados para a 1ª CONFERÊNCIA  SAÚDE DA MULHER a ser realizado em CURITIBA PR.
16ª RS 

quinta-feira, 2 de março de 2017

RELATO SOBE TRAJETORIA DO CONSELHO CONCIDADE EM LONDRINA


RELATO SOBE TRAJETORIA DO CONSELHO
CONCIDADE EM LONDRINA


No ano de 2008 foi criado o Conselho Municipal da Cidade de Londrina através da Lei Geral do Plano Diretor – Lei Municipal nº 10.637/2008, sendo que no mês de novembro de 2009 foram eleitos os membros deste conselho, representantes da população, na 1ª Conferência Municipal de Planejamento Urbano.

Ocorre que no mesmo mês, o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina – IPPUL recebeu Ofício do CONCIDADES ESTADUAL solicitando esclarecimentos sobre a criação Conselho Municipal da Cidade exigido pelo Ministério das Cidades. Citado Instituto esclareceu que a criação tinha ocorrida nos moldes do art. 60 a 68 – Capítulo III, Seção II, da Lei Municipal nº 10.637/2008.

Entretanto, o CONCIDADES ESTADUAL expôs que o Conselho criado não tinha o perfil exigido pelo Ministério das Cidades, o que importaria em suspensão de recursos para o Município de Londrina caso não fosse eleito um Conselho nos moldes exigidos.

O Prefeito do Município de Londrina, à época, como forma de resguardar os interesses da coletividade em geral decidiu pela realização da 4ª Conferência Municipal da Cidade de Londrina, objetivando a criação do CONCIDADES Londrina, eleição dos conselheiros do citado Conselho, bem como de delegados que estariam representando o Município de Londrina na 4ª Conferência Estadual das Cidades.

Dessa forma, foi realizada a conferência no mês de dezembro de 2009, contando, inclusive, com a presença de representante do CONCIDADES Estadual, do que decorreu na legitimação do Município de Londrina conforme sugerido pelo Conselho Estadual das Cidades.. atendendo orientação do Conselho Estadual das Cidades, uma vez que o CMC não atende as normas estabelecidas pelo Ministério  das Cidades.   
                               
Convocada pelo então prefeito Senhor Barbosa Neto, a 4ª Conferencia Municipal das Cidades ConCidades LD, onde foi criado o ConCidades-LD  Decreto Lei 458/2010 “Fica instituído o Conselho da Cidade de Londrina- ConCidades-LD, órgão colegiado de natureza deliberativa, consultiva e normativa”, “Ficam nomeados os representantes para comporem o Conselho da Cidade de Londrina ConCidades LD” (consta no decreto acima citado)  SENDO  constituído sua diretoria, aprovado seu regimento interno, em reunião realizada na Câmara Municipal com participação do membros do ConCidades e do CMC, FOI eleito como presidente do ConCidades LD  o Senhor Lidimar José de Camargo e seu vice o saudoso Samuel Yuzuru Baba (falecido), começando ai conflito dos conselhos que estende-se ate os dias de hoje.
                              
Em 2012, foi realizada a 2ª Conferência Municipal de Planejamento Urbano, as deliberações da Conferência resultaram na aprovação de alterações dos artigos da Lei do PDM (artigos 60 a 68) que tratam sobre a elaboração e as competências do CONCIDADE. Onde foi eleito os membros com Conselho Decreto Lei 885 de 25 de julho de 2012 com mandato transitório, ate a relização da 5ª Conferencia Municipal das Cidades ConCidades LD.

No ano de 2013, foi realizada a 5º Conferência Municipal das Cidades, que elegeu os conselheiros do CONCIDADE. O decreto “(1.248 de 29/10/2013)” que tratava sobre o empossamento dos conselheiros eleitos, não foi publicado oficialmente por omissão do Poder Executivo, como consequência, os conselheiros nunca foram empossados e o CONCIDADE não se concretizou como canal para a participação social permanecendo o mando dos assuntos de competência do ConCidades sendo discutidas pelo Conselho Transitório CMC, por não ter havido a posse dos eleitos do ConCidades.

Em 2014, com os contínuos debates e luta para a origem CONCIDADE, o poder executivo propôs o Projeto de Lei (PL) 179/2014, que introduzia alterações necessárias na lei do PDM e que daria origem ao Conselho. Contudo, no início de 2015, o PL foi interrompido por tempo indeterminado pela gestão do Alexandre Kireeff.                       

Em 2016, foi realizada a 6º Conferência Municipal das Cidades em Londrina. Nada foi colocado sobre o CONCIDADE na pauta da Conferência. Deste modo, moradores, professores, estudantes, profissionais, e instituições diversas se manifestaram contra a ausência do CONCIDADE. Assim, os cidadãos conseguiram colocar em xeque e deliberar na Conferência o retorno da tramitação do PL 179. (nesta conferencia foi redigido e aprovado pelo plenário que  para eleger os membros do Conselho ConCidades será convocada uma assembléia extraordinária para eleição dos membros do Conselho com os delegados inscritos na 6ª Conferencia da Cidade de Londrina ConCidades LD). E foi dado prazo para executivo enviar para Câmara Municipal a criação do ConCidades (PL 179).
                                  
Em agosto de 2016, o PL 179 voltou a tramitar com algumas alterações enviadas pelo poder executivo da época. No entanto, na votação do PL pelos vereadores na Câmara Municipal em dezembro, 11 votaram contra a criação do CONCIDADE, o que fez o PL ser rejeitado e arquivado.
                                 
Os cidadãos não pararam de lutar a favor da gestão democrática e pelo CONCIDADE. Porem por iniciativa da sociedade pelo CONTROLE SOCIAL foi feito a denuncia do ocorrido ao Ministério Publico e  Este ano, o Ministério Público Estadual enviou um documento ao poder executivo atual (gestão Marcelo Belinati) e ao CMC orientando a necessidade imediata de se originar de fato o CONCIDADE em Londrina.
                                
Assim, um novo Projeto de Lei deve ser redigido para dar posse ao CONCIDADE, será necessário ser realizada ASSEMBLÉIA EXTRAORDINÁRIA DA 6ª CONFERENCIA MUNICIPAL, conforme documento consta no relatório final da Conferencia, onde estabelece que será eleito os membros do Conselho ConCidades LD com os delegados inscritos na 6ª Conferencia Municipal do Conselho Municipal da Cidade, uma vez que participaram da Conferencia e foram eleitos Delegados para a 6ª Conferência Estadual das Cidades (ConCidades) a ser realizada conforme calendário Nacional.
                              
 Conforme o documento do Ministério Público Estadual  20ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA COMARCA DE LONDRINA,  o CMC possui 3 (três) deficiências que prejudicam a gestão democrática e a efetiva participação popular:
- insuficiência dos segmentos contemplados;
- distribuição de assentos por entidade e não por segmento; e
- confusão entre critérios territoriais e temáticos

Sobre as recomendações do Ministério o documento coloca:
- unificação do CMC com o ConCidade
- Adequação da composição do Conselho e formas de ingresso
- com observação do PL179/2014
- não ter prévia nomeação de entidades da sociedade civil (“cadeiras  cativas”)
- reposta em 30 dias sobre providências tomadas sob pena de INVALIDAÇÃO dos atos do Executivo que passaram pelo CMC
- podendo configurar IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

                               
Para mais informações sobre a trajetória do CONCIDADE e as atuais ações que envolvem a concreta participação social em Londrina, compareça na Reunião do Participa Londrina no dia 11 de março de 2017, sábado, às 15:00 com o local a ser definido.

O CONTROLE SOCIAL É A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL NOS PROCESSOS DE PLANEJAMENTO, ACOMPANHAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DAS AÇÕES DA GESTÃO PÚBLICA E NA EXECUÇÃO DAS POLÍTICAS E PROGRAMAS PÚBLICOS.”
                                                                                                           
VENHA CONSTRUIR A CIDADE QUE QUEREMOS, POR POLÍTICA URBANA COM PARTICIPAÇÃO POPULAR E DEMOCRÁTICA



 VIDIO 5ª CONFERENCIA 



controle social é a participação da sociedade civil nos processos de planejamento, acompanhamento, monitoramento e avaliação das ações da gestão pública e na execução das políticas e programas públicos.


PARTICIPAÇÃO POPULAR 

PARTICIPAÇÃO POPULAR 

PARTICIPAÇÃO POPULAR 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

nova mesa diretora para a gestão 2017. CES/PR

O pleno do Conselho Estadual da Saúde (CES-PR) elegeu nesta quarta-feira (22) sua nova mesa diretora para a gestão 2017. Em assembleia extraordinária, realizada em Curitiba, a chapa única de oito membros foi escolhida por maioria de 25 votos. Já a partir de quarta, a presidência fica a cargo do conselheiro Marcelo Hagebock Guimarães, representante dos trabalhadores da Saúde.

Indicado pelo Conselho Regional de Educação Física (CREF9/PR), Hagebock afirma que a intenção é dar continuidade ao trabalho de fortalecimento do controle social no Paraná. “Implantaremos uma gestão participativa. Nossa ideia é dar espaço para as decisões coletivas, sempre em prol da saúde pública do Estado”, disse ele.

O novo presidente lembrou ainda que o Conselho terá dois grandes desafios pela frente ao longo do ano. “Temos duas conferências estaduais importantes para organizar. Uma sobre saúde da mulher e outra sobre Vigilância em Saúde. Dois temas relevantes, que precisam da participação efetiva da população nas discussões”, ressaltou.

Na ocasião, também tomaram posse o 1º Vice-presidente Guilherme Graziani (Sesa), representante dos gestores; a 2ª Vice-presidente Clarice Siqueira dos Santos (Pastoral da Criança), representante dos usuários; e a 3ª Vice-presidente Márcia Zambrim (Pastoral da Saúde), representante dos usuários.

fsdhA mesa diretora é composta ainda pelo 1º Secretário Rangel da Silva (Fehospar), representante dos prestadores do SUS; 2ª Secretária Graciele de Pintor (Sindfar), representante dos trabalhadores da Saúde; 1º Tesoureiro Ângelo Barreiros (Conam), representante dos usuários; e 2ª Tesoureira Maria Elvira de Araújo (Assempa), representante dos usuários.

Logo após a eleição, o diretor-geral da Secretaria da Saúde, Sezifredo Paz, fez questão de enaltecer o trabalho desenvolvido pela mesa diretora anterior e desejou boa sorte aos novos membros. “Capitaneado pela competente Zuleide Dalla Costa, o Conselho avançou muito no último ano. Este diálogo que estabelecemos com o controle social tem beneficiado diretamente a população, pois traz a nós, gestores, a visão dos diversos segmentos envolvidos no SUS”, destacou.





sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

CONCIDADES LD

Câmara derruba o Conselho da Cidade de Londrina
by baixoclero • 22 de dezembro de 2016 • 0 Comments
Por André Costa Branco, do Jornalismo Periférico

A Câmara de Vereadores rejeitou, durante sessão extraordinária desta quinta-feira, o projeto de lei 179/2014, que previa a criação do Conselho da Cidade de Londrina, o ConCidade.
Foram 11 votos contrários ao projeto, além de duas abstenções. Somente os vereadores Amauri Cardoso (PSDB), Elza Correia (sem partido), Junior Santos Rosa (PSD), Lenir de Assis (PT), Professor Fabinho (PPS) e Sandra Graça (PRB) votaram a favor. Eram necessários 13 votos para que o projeto fosse aprovado. A pauta foi encaminhada somente ao fim da sessão, depois de ter sua discussão postergada por outros projetos.
A proposta tinha como lastro o Estatuto da Cidade, garantindo uma maior participação dos diversos setores da sociedade nas discussões sobre projetos de impacto ao município. O substitutivo do PL também estabelecia que o ConCidade iria prevalecer sobre o Conselho Municipal da Cidade, o CMC, órgão que foi criado pelo Executivo, durante a gestão Barbosa Neto.
A vereadora Elza Correia, que na semana passada se desligou do PMDB, se mostrou “estupefata” com o resultado, e fez duras críticas à rejeição do projeto pela Câmara. “No ConCidade, estaríamos dobrando a participação popular. Mas tem gente que é avessa a isso e tem horror a deliberações feitas pelo conjunto da sociedade”, disparou.

Para o vereador Mario Takahashi, do PV, um dos 11 votos contrários ao ConCidade, “o ponto controvertido trata da representatividade, e não se este ou aquele Conselho é melhor para a cidade”. Takahashi defende a vigência do CMC e acredita que não há necessidade para criação de um novo órgão. “O debate deve ser pela mudança na representatividade do Conselho já existente”, afirmou

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------





LONDRINA realizou a  6ª Conferencia das Cidades ConCidades,  onde elegeu representantes para participar da 6ª Conferencia Estadual das Cidades, a ser realizada em MARCO/2017, mas agora como fica a representação de Londrina se não existe o ConCidades em LONDRINA – pois segundo informação o CMC não atende as diretrizes do Estatuto das Cidades, e não reconhecido pelo CONCIDADES conforme  nos foi Informado, em função desta informação foi realizado uma Conferencia Municipal em 2012 com o único objetivo, unir os conselhos CMC E CONCIDADES, cujo  projeto foi rejeitado pela Camara de Vereadores.


e agora Jose.................... como fica a situação de Londrina ... e o Estatuto das Cidades....



sábado, 12 de novembro de 2016

"SEGURANÇA PÚBLICA E O APOIO DA TECNOLOGIA"


CÂMARA MUNICIPAL DE LONDRINA  

"SEGURANÇA PÚBLICA E O APOIO DA TECNOLOGIA"
Comissão de Segurança Pública 
Péricles Deliberador
Presidente
Elza Correia
Vice-Presidente
Marcos Belinati
Membro



O uso da tecnologia a serviço da segurança pública por meio de uma proposta de parceria público-privada que deverá envolver moradores da cidade além de forças políticas e de segurança, foi tema de debate coordenado pela Comissão de Segurança Pública da Câmara de Vereadores neste sábado.


 A Segurança Pública como responsabilidade coletiva do Estado e de todos os cidadãos, deve buscar o aprimoramento de seus processos de gestão, criando mecanismos de participação popular e controle social. Na tentativa de criar e consolidar canais de comunicação entre os gestores públicos municipais, comunidade e as polícias, na busca comum pela redução da violência e do controle de criminalidade.

Nota-se que a Segurança Pública não é exclusividade das Polícias Militar e Civil, mas sim da conjugação de um conjunto bem maior de órgãos, cada qual com suas responsabilidades. Essas instituições responsáveis por essa atividade atuam no sentido de inibir, neutralizar ou reprimir a prática de atos socialmente reprováveis, assegurando a proteção coletiva e, por extensão, dos bens e serviços
   
Foi apresentado o Projeto parceria público-privada (PPP), com uso de tecnologia, projeto este idealizado pelo Conselho de Condomínios Residenciais da Gleba Palhano, sendo um serviços de voluntários, para minimizar as ocorrências de criminalidades em todos os bairros do município de Londrina, através de monitoramento por câmeras de alta resolução.

Projeto este que deverá contar com a participação de todas as forças publicas, policia civil, militar,  federal e Guarda Municipal alem da  participação da comunidade e empresários.

Monitoramento que ficará sobre a responsabilidade de Centro de Operações de Monitoramento da GUARDA MUNCIPAL, já existente, que deverá ser ampliando para atender a demanda.


No âmbito da segurança pública demonstram as atividades que incumbem ao Poder Público e que podem se tornar viáveis ou modernizadas por meio de parcerias público-privadas e evidenciam também a importância da garantia para o sucesso destes projetos.

 PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA

Quando se fala em parceria público-privada (PPP), fala-se em de concessão especial. Foi instituída pela lei nº 11.079/04 e estabelece normas gerais de duas novas formas de concessões administrativas que são diferenciadas das tradicionais.Três características são fundamentais dessas concessões.

  • A primeira delas está relacionada ao compartilhamento deriscos, tanto o parceiro público, quanto o parceiro privado serão responsáveis pelo risco da atividade desenvolvida.
  • O segundo ponto está relacionado à solidariedade entre ambas às parcerias, uma vez que visará maior segurança quando existir, inclusive, contratos de longa duração. 
  • Por fim, temos a pré-constituição de sua sociedade com propósito específico, no intuito de implantar e gerir com maior precisão o objeto visado pelas partes.