A União Municipal das Associações de Moradores de Londrina – UNIMOL, fundada em 02 de maio de 2002, na Cidade de Londrina, Estado do Paraná, sociedade civil de direito privado, sem fins lucrativos, político-partidários ou religiosos, autônoma em sua atuação, com Sede e Foro na Cidade de Londrina, Estado do Paraná. tendo como objetivo a orientação e organização de associações de moradores no município de Londrina Estado do Paraná. Filiada na FAMOPAR e CONAM
quarta-feira, 10 de abril de 2013
CONSELHO MUNICIPAL DA HABITAÇÃO DE LONDRINA
sábado, 9 de março de 2013
ENTREGA DE CASAS PROJETO MINHA CASA MINHA VIDA
Prefeitura e Caixa Econômica Federal entregam casas no
Cristal II
Famílias beneficiadas moravam no entorno do
Residencial Cristal II; investimento foi de R$11.150.421,22
O prefeito de Londrina, Alexandre Lopes
Kireeff, em conjunto com a Companhia de Habitação de Londrina (Cohab) e a Caixa
Econômica Federal, entregou hoje (8) as chaves de 248 apartamentos no
Residencial Cristal II. Mais de 30 famílias que foram beneficiadas moravam em
áreas irregulares e sem documentação. De acordo com o presidente da Cohab, José
Roberto Hoffmann, para a região sul estão previstos mais dois novos
empreendimentos urbanos direcionados para habitação.
“Com os novos empreendimentos que estão
previstos para essa região, temos certeza de que aqueles que não foram
contemplados hoje, ainda receberão a casa própria. Esses apartamentos
simbolizam o resgate da dignidade e o início de uma cidadania digna”, afirmou
Hoffmann.
As novas casas são mais seguras, garantem
melhor qualidade de vida e acesso a direitos que antes os beneficiados não
tinham como, por exemplo, acesso a energia elétrica. Todas as 248 famílias
moravam no entorno da região do Cristal II e terão acesso à luz, saneamento,
água encanada e a uma moradia que garante mais qualidade de vida.
A Cohab direciona as famílias para locais
próximos de sua moradia de origem para que não seja preciso mudar seus filhos e
dependentes de escola, fazer o recadastramento nas Unidades Básicas de
Saúde (UBS) ou dos Centros de Referência em Assistência Social
(CRAS), pois continuam na mesma área de abrangência.
Para a nova moradora Rosangela Cristina
Alves, de 42 anos, a casa própria é uma conquista e um sonho realizado. “Estou
muito feliz, porque desde 2008 estava na fila de espera da Cohab para conseguir
uma casa e como tenho um filho com necessidades especiais recebi um apartamento
no térreo, o que facilita o deslocamento dele em casos de crise. Além disso,
estou me mudando junto com meus antigos vizinhos. O que é muito legal, porque
são meus amigos e pessoas conhecidas. As parcelas também cabem no orçamento e
vão me ajudar a economizar um valor que antes eu gastava com o aluguel. É muita
emoção receber as chaves da casa própria”, desabafou Rosangela.
As moradias fazem parte do programa “Minha
Casa, Minha Vida” e contaram com o investimento de R$11.150.421,22 provenientes
do Governo Federal. Os apartamentos contam com dois quartos, sala, cozinha,
banheiro e área de serviço. Eles têm 43,47 metros quadrados
de área privativa e os beneficiários pagarão parcelas que variam de R$ 25,00 a R$ 80,00, o que
representa 5% do valor total da renda da família. Os moradores contemplados
recebem renda mensal de até R$ 1.600,00.
Durante a entrega das chaves dos
apartamentos, o prefeito lembrou, do anúncio feito pela manhã, sobre o
investimento de R$ 4 milhões para os Centros de Educação Infantil (CEIs), da
entrega dos 44 automóveis que serão utilizados pelas Secretarias Municipais de
Saúde e de Assistência Social e da pretensão de sanar a falta de vagas na
educação infantil.
“Londrina ainda precisa de 4.000 vagas para
educação infantil e de 7.000 casas para aqueles que vivem em situação de
vulnerabilidade social. Nestes quatro anos esperamos garantir moradia digna e
educação para todos. Reconhecemos a grandiosidade de obras como esta e vamos
dar continuidade aos trabalhos. Com isso, pretendemos dar aos londrinenses uma
cidade repleta de oportunidades, segurança, habitação e com serviços públicos
municipais de alta qualidade”, disse Kireeff.
Participaram da cerimônia também o deputado
federal André Vargas, vice-presidente da Câmara dos Deputados, e os vereadores
Emanoel Gomes, Gustavo Richa, Tio Douglas, Vilson Bitencourt, Angelo Barreiros
– Unimol e conselheiro do Conselho Municipal da Habitação de Londrina no seguimento movimentos populares.
A regional norte da União Geral dos Trabalhadores (UGT), presidida
por Marcelo Urbaneja inaugurou sua sede em Londrina, na Avenida Arcebispo Dom
Geraldo Fernandes 1.610 – sala 5 (Avenida Leste-Oeste),
Estavam presentes, além do presidente da UGT Paraná, Paulo Rossi,
sindicalistas e políticos de diversas cidades do Paraná, membros da Diretoria
da UNIMOL
A UGT, nascida em 2007 da fusão de três centrais
sindicais, é hoje a terceira maior central de trabalhadores – atrás da CUT e da
Força Sindical.
domingo, 24 de fevereiro de 2013
ELEIÇÃO DE NOVA DIRETORIA
FOI REALIZADA HOJE (24/02) A ELEIÇÃO DA NOVA DIRETORIA DA Associação
de Moradores dos Bairros dos Alpes I, II, III, Pampulha e Portal de Bianca,
processo este coordenado por membros da UNIMOL sendo eles NAVARRO, CUSTODIO,
ANGELO, apos apuração foi eleita a CHAPA UNICA DENOMINADA TEMPO DE FESTEJAR que obteve o maior numero de votos validos, e
assim composta: DIRETORIA EXECUTIVA
Presidente: MARLI SIBISQUINI
Vice-Presidente: ANTONIO CESAR LUCAS
1º Secretário: ALCIBELA CILENE DO RIO
2º Secretário: IZABEL APARECIDA GOULART
1º Tesoureiro: ELIZABETH BIS DOS SANTOS
2º Tesoureira: LUCIANA APARECIDA GUTUZO SAVIANI
1º Membro: EDNA MARIA POLO SANCHES
2º Membro: HELENA MARGARIDA LEHOCZKI MOREIRA
3º Membro: JOSÉ FELICIO DE MORAES NETO
4º Membro: NELSON AZARIAS PEREIRA
5º Membro: ULISSES LEAL MOREIRA
6º Membro: VALDA JORGE DE MELO
A POSSE DA NOVA DIRETORIA FICOU AGENDADA PARA O DIA 14 DE
MARÇO DE 2013 NO CENTRO COMUNITÁRIO DA ASSOCIAÇÃO AS 20,OO HORAS.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
http://www.consocial.cgu.gov.br/relatorio-final/
Prezado(a) delegado(a) da Consocial,
O relatório final da 1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social (Consocial) acaba de ser publicado. Ele é fruto do seu trabalho e de quase um milhão de brasileiros e brasileiras que de algum modo se envolveram com esse processo nacional coordenado pela Controladoria-Geral da União entre 2011 e 2012. Vale lembrar que trata-se do primeiro processo conferencial que se dedicou ao debate exclusivo de temas como transparência, controle social e prevenção e combate à corrupção, mobilizando 2.750 municípios – incluindo todas as capitais – de todos os estados e do Distrito Federal e contando com a participação direta nos debates de mais de 153 mil pessoas. Entre as principais propostas da 1ª Consocial, destacam-se o financiamento exclusivamente público para as campanhas eleitorais, obrigatoriedade de ensino do controle social e da educação fiscal, a criação e o fortalecimento dos órgãos de controle interno em todas as esferas governamentais e a obrigatoriedade do orçamento participativo. O relatório final da Conferência traz as propostas em detalhe, indicando a prioridade que tiveram na construção do resultado final, além de oferecer informações sobre todo o processo conferencial. Este relatório reflete um amplo processo de discussão que aponta as prioridades da sociedade na construção de políticas públicas para prevenir e combater a corrupção. As 80 diretrizes e propostas priorizadas pelos participantes da 1ª Consocial e que constam deste documento servirão de base para construção de políticas públicas e projetos de lei, podendo ainda compor agendas de governo em âmbito municipal, estadual e federal. Próximos passos Agora, é importante que todos os atores da sociedade (governo, cidadãos, conselhos de políticas públicas, associações, ONGs e setor privado) estejam atentos às propostas aprovadas, verificando o que deve ser feito para que essas propostas e diretrizes se tornem medidas concretas. Por isso, a Controladoria-Geral da União também as encaminhará para autoridades de todos os poderes, para que conheçam as prioridades que a sociedade indicou nesta 1ª Consocial. Também estamos sugerindo que estados e municípios elaborem seus relatórios finais e os encaminhem à CGU, para que possamos dar ampla divulgação a esses documentos no site da Consocial. Os desdobramentos das propostas poderão ser acompanhados pelo site e por meio dos perfis da Consocial nas redes sociais, que permanecem ativos e por meio dos quais esperamos atrair a participação de cada vez mais brasileiros e brasileiras para somar esforços neste trabalho que é de todos nós. |
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
ASSOCIAÇÃO DE RECICLADORES
Entidade criada por profissionais da áres sob a coordenação de SELMA MARIA DE ASSIS GONÇALVES "SELMINHA" LIDER COMUNITARIA, com objetivo de melhorar a qualidade de vida dos recicladores.
é Conselheira TITULAR no Conselho Municipal do Meio Ambiente de Londrina, Conselho Municipal de Habitação, representado o seguimento movimentos comunitários Sociedade Civil.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Auditoria em cooperativas de
Londrina aponta irregularidades
Entre os principais problemas estão o uso de veículos
irregulares e a diferença salarial entre os cooperados
irregulares e a diferença salarial entre os cooperados
15/02/2013 | 00:00Murilo PajollaComente!
No entanto, o caso mais grave é o da Cooprelon, que não remunerava os funcionários de acordo com o sistema de cooperativa, além de usar dois veículos bloqueados. “Durante a vistoria chegaram algumas denúncias de que o sistema de cooperativismo estava desvirtuado, uma vez que a cooperativa deveria funcionar para dividir os recursos vindos da venda do material e pagar os cooperados de acordo com a produtividade”, explicou Pereira. A auditoria apurou que cinco cooperados recebiam salários de até R$ 3,5 mil, enquanto a média salarial dos recicladores é de R$ 650. “Agora vamos ouvir todos os cooperados e pedir que assinem uma declaração confirmando seus salários. A investigação será finalizada num prazo de 30 dias. Comprovadas irregularidades, vamos aplicar as multas”, disse Pereira.
Ex-diretora
“Coletividade nunca foi respeitada”
Selma Assis é ex-diretora financeira da Cooprelon e faz denúncias graves sobre o funcionamento da entidade. “Nunca houve prestação de contas para os cooperados e nem eu tive acesso aos dados financeiros”. Ela disse que o sistema de cooperativa nunca chegou a funcionar de fato porque a “coletividade não foi respeitada”. “Tem uma corja lá dentro, que não são recicladores, que comanda”, relatou Selma. Decisões importantes como a mudança de salários não passariam por assembleias, como manda o regimento interno da entidade, que também não é cumprido no diz respeito à troca periódica de membros da direção. Diante da manifestação de insatisfação de vários trabalhadores, segundo ela: “eles [a administração] pagavam um pouco mais para uma ou duas pessoas para elas ficarem de bico calado”. Selma culpou a CMTU por, desde 2009, exigir que os recicladores sejam reunidos em cooperativas sem dar o treinamento necessário para os administradores. “Ou eles voltam ao sistema que era antes, em que a gente fazia a separação nos barracões e fazia o rateio do lucro, ou nunca vai funcionar”.
A investigação apontou ainda que a Cooprelon administra mal o dinheiro repassado pela CMTU. Segundo o diretor de Operações, uma testemunha disse que a cooperativa tem dividas que chegam a R$ 140 mil. “Esse é apenas um depoimento, não temos conclusão sobre o assunto”. A auditoria ainda apontou a locação de veículos por valores acima dos praticados no mercado. “Tem caminhões alugados por R$ 2,5 mil, sendo que por um valor menor você parcela a compra de um veículo novo”, afirmou.
Regime antigo
O membro do Conselho Fiscal da Cooprelon Odair Rodrigues disse que a diferença de salários, registrada nos últimos três meses, foi aprovada em uma assembleia na qual estavam presentes aproximadamente 60 cooperados. Questionado se poderia mostrar uma cópia da ata, ele não localizou o documento que comprovaria que a decisão foi coletiva. “O presidente [da Cooprelon, Mauricio Montezini] determinou que a partir de hoje [ontem] ninguém mais ganha fixo. Vamos voltar ao regime antigo, em que cada mês os salários flutuavam conforme a atuação dos funcionários”, garantiu Rodrigues.
Para defender a discrepância entre salários, Rodrigues disse que é justo que aqueles que têm mais responsabilidade sejam mais bem remunerados. “Eu fundei a Cooprelon, então achei que fosse justo ganhar mais”, justifica. Ele admitiu que entre os cinco salários fixos, estavam o dele e o do presidente Mauricio Montezini.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
REUNIÃO DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DA VILA CASONE E ADJACENCIAS



Primeira Reunião da nova diretoria Eleita em 12/01/2013 da Associação de Moradores da Vila Casone e adjacências, convocada pela Diretoria Eleita que tem como presidente gilberto aparecido cezar contou com a participação do representante do comandante do 5º BPML Segundo Tenente Castro que falou sobre segurança no bairro, a presença do secretário de obras Sandro Paulo Marques de Nóbrega, representando o prefeito Alexandre Kireeff que ouviu as reivindicações da Comunidade, a presidente da UNIMOL MARIA ANGELA MAGRO e ANGELO BARREIROS, que é Conselheiro Nacional da Conam e e vice presidente da UNIMOL, fizeram uma breve fala sobre a importância da atuação das Associações e seu papel perante a COMUNIDADE , GOVERNO E CONSELHOS MUNCIPAIS , onde ficou acordado que será encaminhado um oficio ao Prefeito Alexandre Kireeff das necessidades prioritárias da Comunidade.
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